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Aruspicina, desvendando o destino nas entranhas.

29 de junho de 2015 at 21:14

Modelo de Fígado de Ovelha encontrado. Acredita-se datar de 100 a.C.

A aruspicina é uma das formas de divinação mais antigas e rudimentares. Por meio desta arte divinatória, o arúspice, mestre responsável pela interpretação da mensagem divinada, analisa as vísceras/entranhas de um animal sacrificado que geralmente tratava-se de uma ovelha ou ave.

Importante destacar que o animal era sacrificado unicamente com esta finalidade e que ao final da prática ritualística sua carne era assada e comida pelos participantes, como forma de honra-lo[1].

Tal prática foi extremamente difundida na Roma Antiga que fora influenciada pelas práticas religiosas Etruscas. Destaque-se ainda que tais práticas também foram muito praticadas no Oriente Antigo, mais especificamente na Região da Mesopotâmia, como pode-se vislumbra do texto em destaque:

Um modelo de argila babilônica de fígado de um carneiro, datada entre 1900 e 1600 aC, é conservado no Museu Britânico . O modelo foi usado para adivinhação, o que era importante para a medicina mesopotâmica. Essa prática foi realizada por sacerdotes e profetas que procuraram sinais nas estrelas, ou nos órgãos de animais sacrificados, para dizer-lhes coisas sobre a doença de um paciente. Cavilhas de madeira foram colocadas nos furos da placa de argila para gravar características encontradas no fígado de um animal sacrificado. A vidente então usado esses recursos para prever o curso da doença de um paciente.

Haruspicy fazia parte de um estudo maior de órgãos em prol da adivinhação, chamado extispicy, dando especial atenção ao posicionamento dos órgãos e sua forma. Há muitos registros de diferentes povos através do fígado e do baço de animais domésticos e silvestres para a previsão meteorológica. Há centenas de objetos arquitetônicos antigos, labirintos compostos por pedras nos países do Norte, que são considerados um modelo do intestino do animal sacrificial, ou seja, os dois pontos de ruminantes.

A tradição assírio-babilônico também foi adotada em hitita religião . Pelo menos trinta e seis de fígado-modelos foi escavada em Hattusa . Destes, a maioria são inscritos em acadiano, mas alguns exemplos também têm inscrições na nativa língua hitita , indicando a adoção de haruspicy como parte do, culto vernáculo nativa.[2]

 



[1]http://translate.google.com.br/translate?hl=ptBR&sl=en&u=http://web.eecs.utk.edu/~mclennan/BA/Har.html&prev=/search%3Fq%3DHaruspicy%26newwindow%3D1%26espv%3D210%26es_sm%3D122 acesso em 06/12/2013

Olhando para o Céu: Conhecendo um pouco sobre Astrologia.

28 de junho de 2015 at 22:00

ASTROMANCIA OU ASTROLOGIA

Trata-se de método de divinação em que, por meio da análise da configuração de corpos celestes em um dado momento, chega-se a conclusões quanto a sua influência no campo psíquico, comportamental e existencial do (s) indivíduo(s). O vernáculo astrologia é oriunda da cultura grega e significa a “análise/estudo” dos corpos celestes.1

Apesar de o termo ser de origem grega, acredita-se que a prática da astrologia é oriunda da hoje região do oriente médio, mas especificamente na região da antiga Suméria, lembrando-se contudo, que existem várias formas de astrologia difundidas pelo globo, sendo tal prática divinatória não exclusiva de uma determinada região.

Considerada por muitos não apenas como mecanismo divinatório, mas como pseudociência posto que a disposição dos astros quando do nascimento e no decurso da vida de uma pessoa, geraram grande influência na formação de sua personalidade e na tomada de suas decisões.

A Prática era utilizada pelas elites sacerdotais (como os magos da pérsia, difusores da crença) para diversos tipos de previsões, tais como épocas certas para colheitas, e, com o tempo, previsões de fatos relativos aos reis e à nação, como previsões de guerras, catástrofes e sucessão de governantes.

Um dos grandes nomes no campo da ciência da psicologia Carl Jung, tratava esta influência sob a nomenclatura de “Sicronicidade”. Nesse sentido, eis a colocação do mestre Haroldo Barros ao tratar da análise astrológica arquetípica:

Ao criar o conceito de arquétipo, o psicólogo suíço Carl Gustav Jung  abriu as portas da ciência para o reencontro com o que de mais precioso o homem possui: os símbolos contidos em seus níveis psico-mentais inconscientes. Cada arquétipo está associado a uma função psico-mental: o guerreiro, o aprendiz, o mago, etc. E cada planeta, no mapa astrológico, está associado a um arquétipo e a um instrumento arquetípico. Conhecer os seus arquétipos e os instrumentos, talentos e potenciais associados a eles, eis a proposta da análise astrológica arquetípica.2

ASTROLOGIA ANTIGA X ASTROLOGIA MODERNA

A astrologia tradicional , ou seja, a astrologia do passado, repleta de aforismas, regras rígidas e ausência de importância geral do ser humano e uma dedicação maior às questões práticas e mundanas, é uma astrologia própria de uma época onde o ser humano simplesmente não tinha importância, de uma época teocêntrica, onde existia a primazia do sacro e do religioso em detrimento das necessidades pessoais de uma pessoa. Tudo era em nome de Deus e do Rei, que na verdade era algum tipo de enviado e protegido de Deus.

A astrologia natal existia nessa época sim, mas ainda assim ela não era dedicada às questões da subjetividade de uma pessoa (personalidade & cia) , apenas a questões puramente práticas e mundanas. Na verdade somente reis e pessoas importantes (com dinheiro suficiente) desfrutavam desse tipo de astrologia, e ainda assim o objetivo deles passava longe do autoconhecimento. O que tinha importância realmente no passado eram as questões horárias, de cunho absolutamente prático, e a astrologia eletiva.

A astrologia moderna surge entre final do século XIX e início do século XX, um momento de profundas transformações no que dizia respeito a visão de mundo do homem ocidental. De repente surge a psicologia como ciência e pela primeira vez em séculos esse homem resolve olhar para sua própria subjetividade, resolve se conhecer. Momento onde o ser humano se acredita livre, independente e único , e a partir dessa nova onda de pensamento (quer seja verdade ou mentira o fato de o ser humano ser único ou livre) surgem novas demandas humanas em diversas áreas do saber e a astrologia ressurge para atender a essas novas demandas, desta vez numa roupagem moderna.

  • Essa nova astrologia que surge é voltada para atender a essas questões novas que insurgem no mundo moderno. O homem decide se conhecer, ele quer saber quem ele é , porque ele é, porque ele faz, porque e como ele se relaciona , etc etc etc. Ele não está mais interessado em quantos casamentos ele vai ter, qual será a idade em que ele vai morrer, quais doenças ele terá e etc, porque para atender às questões médicas deixou-se de se necessitar de um astrólogo, simplesmente se vai a um médico e pronto! não interessa mais quantos casamentos eu terei, a noção antiga de relacionamento pereceu. enfim: As demandas de hoje são outras, e por isso a astrologia de hoje é outra.

  • Agora: Existem novas demandas, mas as demandas novas não invalidam as antigas, e a astrologia moderna é incapaz de atender a diversas dessas demandas antigas, que na verdade são também bastante atuais. O homem moderno também se preocupa com sua realidade prática ainda que alguns finjam que ela não tem importância, e por esse motivo eu acho bastante válido o resgate das regras antigas , da astrologia tradicional e é por isso que eu também estudo astrologia tradicional.

Que é o mapa astral?

O mapa astrológico dos nascimentos é uma espécie de linguagem secreta que se baseia em códigos especiais. A análise do mapa de nascimento é feita através da descodificação destes códigos, tendo em conta a localização dos planetas e de certos fatores celestiais de um certo momento, bem como da compreensão de todas as combinações possíveis.

Os planetas, que estão relativamente perto da Terra, são analisados como pano de fundo de milhões de estrelas existentes no espaço, consideradas como fixas para fins astrológicos.

À medida que os planetas se movem nas suas órbitas fixas em torno do Sol, cada mês revela um segmento diferente do pano de fundo das estrelas que constituem o Zodíaco que é o cinto das constelações que rodeiam a Terra. O Sol “desloca-se” de um para outro (porque na astrologia, é considerado um planeta).

O número de combinações e os pontos de intersecção entre os diferentes componentes do mapa de nascimento, com o objetivo de analisar a personalidade e predizer o futuro, é dinâmico e infinito.

Quando do nascimento, o Sol, por exemplo, pode ser localizado em qualquer um dos doze signos do Zodíaco e em qualquer uma das doze casas do mapa astrológico, e criar aspectos positivos ou negativos (ângulos) com os planetas ou outros pontos de intersecção (como o horizonte, o pôr-do-sol, a altura do céu, etc.).

Além do Sol, deve-se interpretar a localização de cada um dos planetas e de outros fatores celestiais, tendo em conta os símbolos que são atribuídos a esses planetas, os aspectos, as qualidades (elementos), as casas, a capacidade de controlar, e a integração de todos esses fatores na grande teia.

O mapa astral de nascimentos é um diagrama que traça a localização precisa dos planetas quando do nascimento. Acompanha a pessoa durante a sua vida. Além disso, o mapa de nascimento de uma pessoa pode ser comparado ao de outras pessoas para verificar compatibilidades comerciais ou interpessoais, entre outras.

Cada um dos doze signos do Zodíaco representa características particulares e únicas de comportamento e de desenvolvimento humano em termos conceptuais, emocionais e físicos. Cada signo constitui uma categoria separada; ou seja, existem propriedades especiais que caracterizam os signos, mas o reforço ou o enfraquecimento das propriedades depende da combinação de outros fatores do mapa.

A forma mais comum da astrologia concentra-se nos signos do Sol. O local onde o signo do Sol aparece determina o signo do Zodíaco que é atribuído a uma certa pessoa. Por exemplo, o signo de uma pessoa que nasceu num dia em que o Sol estava localizado em Escorpião, no mapa astrológico é Escorpião, apesar do facto da Lua, do horizonte e de todos os outros planetas estarem localizados em outros signos.

O signo do Sol em termos de análise astrológica não é uma informação específica, mas uma linha de características que varia das positivas às negativas. Isto significa que todas as pessoas que pertencem a um determinado signo do Sol partilham um vasto conjunto de características próprias desse signo, e cada pessoa tem algumas dessas características. Este fato explica a razão de haver grandes diferenças entre pessoas do mesmo signo.

Cada signo pode ser dividido em três, o que permite a elaboração de uma análise mais detalhada. Além disso, cada dia do ano tem as suas características particulares, o que significa que o aniversário da pessoa tem características que devem ser acrescentadas ao horóscopo geral.

Os signos do Sol, quando utilizados em separado, formam a base dos horóscopos particulares que dividem simplesmente a população mundial em doze grupos, segundo a data de nascimento, e prevê o respectivo futuro para a próxima semana, próximo mês ou ano. A utilização dos signos do Sol produz apenas um horóscopo que se baseia em cerca de quarenta por cento das influências dos planetas.

O signo do Sol determina a energia básica que influencia a pessoa. Sob a influência da energia de Escorpião, por exemplo, que expressa a necessidade de transformação, poder, intimidade, e uma profunda compreensão da alma, a pessoa agarrará as coisas que representam essas energias ao longo da sua vida. Além disso, essa pessoa poderá objetivar profissões como a medicina ou a psicologia, brincam com o oculto, ou podem exercer um controlo sobre os outros.

A astrologia moderna opera de acordo com os fluxos de energia e com a tomada de decisões. As estruturas básicas do código podem ser definidas numa infinidade de cenários.

Em contraste com a astrologia tradicional, por exemplo, que interpreta um certo aspecto difícil como “fatal”, a astrologia moderna tende a ver o mesmo aspecto como algo que está à altura do lado difícil da personalidade, com o qual a pessoa deve lidar para se desenvolver, pois tem a capacidade de escolher um ponto de vista positivo que lhe permite ultrapassá-lo, ou um ponto de vista negativo, deixando-se derrotar com os obstáculos e abandonando tudo. Esta capacidade de escolha vai-se repetindo ao longo da sua vida em outros campos de ação dinâmicos.

Por outras palavras, as influências cósmicas que podem ser identificadas no mapa astrológico determinam uma estrutura definida de dados e indicam o esforço empreendido na obtenção dos resultados desejados. No entanto, na análise final, é a própria pessoa que é responsável pela sua vida, e é sempre ela que decide como atual.

Em todos os mapas de nascimento, aparecem os signos, os planetas (com os respectivos símbolos astrológicos), as casas (os doze segmentos de duas horas que constituem um dia — o tempo necessário que a Terra necessita para girar, uma vez, no seu eixo), e um grande números de aspectos. A diferença entre os mapas reside na diferente difusão dos planetas em relação a uma dada estrutura dos doze signos e em combinações especiais que são únicas a cada mapa de nascimento.

Importante ressaltar que assim como as demais artes divinatórias, seu papel é de mostrar aos indivíduos aspectos relevantes durante seu intercurso no plano terrestre. Assim, o papel da astrologia, bem como a análise do mapa astral é fazer com que o indivíduo possa preparar-se da melhor forma possível para passar pelas adversidades das da vida. O livra arbítrio possui limitação, fatos aconteceram independentemente de nosso desejo, mas podemos trabalhar com eles da melhor forma possível, desde de que estejamos prontos para tanto.

Constantino K. Reimma nos traz algumas noções básicas acerca de aspectos astrológicos, sem as quais torna-se impossível a interpretação de um mapa astral, quais sejam3:

 

Os signos

Zodíaco é o nome dado à faixa do céu, pela qual transitam o Sol, a Lua e os planetas. O círculo zodiacal é dividido em 12 partes iguais denominadas signos. Cada um deles possui qualidades e atributos próprios que marcam os planetas que neles se encontram.

 

Áries: ação, liderança, iniciativa, coragem, inspiração, autoconfiança, individualidade.
(-) impulsividade, falta de autocontrole e de previsão, narcisismo. Regido por Marte.

 

Touro: construção, produção, acumulação, paciência, riqueza, fidelidade, senso comum, resistência. (-) materialista, conservador, possessivo, teimoso.

Regido por Vênus.

 

Gêmeos: comunicação, interpretação, estudo, mobilidade, versatilidade, simpatia, lógica. (-) superficialidade, ambivalência, inconstância, tagarelice. Regido por Mercúrio.

 

Câncer: proteção, alimentação, segurança, lar, maternidade, passado, raízes, empatia, receptividade. (-) emocionalidade, instabilidade, indolência. Regido pela Lua.

 

Leão: expressão criativa, iniciativa, lazer, diversões, filhos, vestuário, autoconfiança, afetividade, cordialidade. (-) orgulho, egoísmo, ostentação, indolência.

Regido pelo Sol.

 

Virgem: análise, seleção, minúcia, serviço, habilidade manual, serviço, camaradagem, saúde, higiene. (-) ceticismo, crítica, servilismo. Regido por Mercúrio.

 

Libra: cooperação, contratos, casamento, estética, harmonia, justiça, imparcialidade.
(-) racionalização, vacilação, contradição, sedução, dependência. Regido por Vênus.

 

Escorpião: determinação, intensidade, força oculta, sexo, regeneração, morte, partilha. (-) obsessão, ciúme, destrutividade. Regido por Plutão.

 

Sagitário: jovialidade, generosidade, franqueza, aventura, esporte, idealização, busca do conhecimento superior. (-) imprudência, excessos, avidez. Regido por Júpiter.

 

Capricórnio: responsabilidade, organização, autoridade, paternidade, obediência, constância, realizações. (-) frieza, afastamento, cinismo, manipulação.

Regido por Saturno.

 

Aquário: amizade, experimentação, altruísmo, associações, liberdade, invenção. (-) desordem, anarquia, excentricidade, orgulho intelectual. Regido por Saturno/Urano.

 

Peixes: simpatia, sacrifício, compaixão, devoção, reclusão, imaginação, coisas ocultas. (-) engano, sedução, fingimento, aniquilação, aberrações.

Regido por Júpiter/Netuno.

Os signos podem ser compreendidos com constituídos por quatro elementos. Áries, Leão e Sagitário são signos de fogo (dinamismo, exteriorização, inspiração). Touro, Virgem e Capricórnio referem-se a terra (concretização, pragmatismo, sensação). Ar (interação, troca, pensamento) inclui Gêmeos, Libra e Aquário. Água (receptividade, proteção, sentimento) é o elemento de Câncer, Escorpião e Peixes.

A diferenciação entre os signos, quando agrupados pelos elementos, é dada pelas trêsqualidades ou forças primordiais. São cardinais (ativos, impulsivos, criativos) Áries, Câncer, Libra e Capricórnio. Os fixos (receptivos, ordenadores, consolidadores) são Touro, Leão, Escorpião e Aquário. Finalmente, Gêmeos, Virgem, Sagitário e Peixes são mutáveis(integradores, difusores, buscadores).

As Funções Planetárias

No mapa natal cada planeta significa uma função básica do ser humano, um centro energético, uma virtude. O modo como cada planeta atua depende, em primeiro lugar, do signo no qual se encontra.

 

Sol: Vitalidade, individualidade; irradiação criativa e amorosa. Necessidade de criar, de se expressar e ser reconhecido.  (-) Orgulho, arrogância.  Indica, conforme o signo em

que se encontre, a identidade fundamental da pessoa, seu modo de ser e como ela percebe a vida.

 

Lua: Reação, subconsciente, auto-imagem, condicionamentos, receptividade, emoção. Necessidade de pertencer, de ter apoio, segurança doméstica e emocional. (-) Iinibição

sensibilidade exagerada, insegurança. De acordo com o signo, mostra como a pessoa reage.

 

Mercúrio: Comunicação, raciocínio, expressão por meio da habilidade ou da palavra. Necessidade de ligações e de aprender. (-) Mau uso das habilidades ou da inteligência,

amoralidade, parcialidade. Nos signos, mostra como a pessoa se comunica e pensa.

 

Vênus: Intercâmbio afetivo, valores, sensualidade. Necessidade de conforto, harmonia e prazer. (-) Auto indulgência, cobiça, exigências emocionais, inibição afetiva.

Indica, conforme o signo, como a pessoa expressa afeição, sente-se apreciada e estabelece vínculos pessoais.

 

Marte: Desejo, vontade de agir, iniciativa, energia física, coragem, autoafirmação, agressividade, impulso sexual.  (-) Impaciência,  obstinação, violência, uso impróprio da

força. Mostra, conforme o signo, como a pessoa se afirma e expressa seus desejos.

 

Júpiter: Expansão, confiança, fé, otimismo. Impulso de ligação a um plano superior e de se aperfeiçoar.  (-) Confiança exagerada,  dispersão,  irresponsabilidade,  promessas

impossíveis. Pelo signo, mostra como a pessoa procura se desenvolver e sente confiança na vida.

 

Saturno: Esforço, disciplina, aceitação dos deveres e responsabilidades, autodefesa. Anseio de autonomia e aprovação social.  (-)  Auto-confiança  exagerada;  pessimismo,

rigidez, inibição, avareza. Mostra como a pessoa busca se estabelecer e se preservar através do esforço.

 

Urano: Liberdade, independência; sintonia com a verdade; originalidade, inventividade, experimentação.  Necessidade de mudança, de excitação e expressão.  (-) Obstinação,

impaciência, inquietação constante e mudança sem objetivo, rebelião, extremismo.

 

Netuno: Liberdade transcendente, unificação; sintonia com a dimensão espiritual da experiência; compaixão, idealismo. Impulso para escapar às limitações do eu e do plano

material. Busca da sanidade e do mergulho no todo. (-) Escapismo autodestrutivo.

 

Plutão: Transmutação, eliminação, renascimento. Necessidade de penetrar o âmago da experiência e de refinar o eu através da profundidade e do poder da vontade.

(-) Obsessão, manipulação, recusa de encarar o próprio eu, fascinação pelo poder.

Além dos luminares e dos planetas muito outros pontos celestes têm importância na análise do mapa, como é o caso dos nodos lunares: Nodo Lunar Norte  (Cabeça do Dragão) e oNodo Lunar Sul  (Cauda do Dragão) são dois pontos astrológicos que indicam como a energia do tempo, do passado, flui para o futuro, ou em outros termos, como o passado desconhecido se liga aos desafios do presente.

Os Aspectos

É também relevante, na análise do mapa, certas distâncias angulares entre os planetas. São os chamados aspectos.

Conjunção (0º) : concentra as forças planetárias; dá expressão criativa e persistência.

Sextil (60º): facilita a harmonização dos planetas envolvidos; amplia o campo mental.

Quadratura (90º) : dinamiza e tensiona; exige esforço para transpor os obstáculos.

Trígono (120º) : harmoniza, favorece e reforça as funções dos planetas envolvidos.

Oposição (180º) : confronta, tensiona; estimula; exige trabalho para equilibrar e integrar.

No desenho interno do mapa, essas distâncias angulares podem ser indicadas por linhasazuis no caso do sextil e do trígono; vermelhas para as quadraturas e oposições; laranjapara as conjunções; e verde para o Quincúncio  (150º) e o Semi-sextil  (30º).

O Ascendente e as Casas

O zodíaco celeste, tem dois pontos de contato aparente com o plano terrestre: a leste, no nascente, e ao oeste, no poente. O signo que está nascendo no momento exato do nascimento da pessoa, é o signo Ascendente. O signo oposto é o Descendente. Os outros dois ângulos são: o ponto mais elevado do céu, o Meio Céu, e o ponto oposto a ele, oFundo do Céu.

A partir desses quatro ângulos, o mapa é dividido em 12 partes desiguais, denominadascasas. Cada uma delas constitui uma área concreta e fundamental de experiência humana. Os signos e planetas presentes em cada casa dá informações de como a pessoa tende a conduzir os assuntos correspondentes.

Ascendente é um ponto sensível, indicador das atitudes básicas, temperamento, atrações e aversões, e a personalidade do indivíduo.

Casa 1: a personalidade e o temperamento; a aparência, a vitalidade e a constituição física. Cabeça e rosto. Corresponde ao signo de Áries.

Casa 2: o dinheiro e os bens adquiridos pelo trabalho; os ganhos e perdas financeiras, a administração; os hábitos e habilidades adquiridas. Pescoço e garganta. Corresponde a Touro.

Casa 3: a comunicação, escritos, estudos, criação intelectual, as pequenas viagens, as trocas e o comércio, os vizinhos; os irmãos. Ombros, braços e mãos. Gêmeos.

Casa 4: a hereditariedade, o passado, o lar, a infância, os bens imobiliários, o domicílio; a mãe; as raízes, a história; as disposições herdadas. Peito e estômago. Câncer.

Casa 5: as relações amorosas, diversões, criações artísticas, jogos, especulações, vestuário; os filhos e a educação. Coração e costas. Leão.

Casa 6: o serviço diário, colegas e subordinados; saúde, higiene, alimentação e doenças agudas; animais domésticos; tios e tias maternas. Intestino delgado e plexo solar. Virgem.

Casa 7: o casamento, as relações íntimas, sócios e companheiros; contratos e processos; os conflitos e os inimigos declarados; o cônjuge. Rins, quadris e nádegas. Libra.

Casa 8: sexo, transmutação e morte; as heranças e presentes, os negócios e finanças do cônjuge ou associados; psiquismo. Sistema urinário e reprodutor. Escorpião.

Casa 9: os estudos superiores, as grandes viagens, o comércio internacional ou por atacado; religião, lei e filosofia; cunhados e cunhadas. Músculos e coxas. Sagitário.

Casa 10: a carreira, a vocação, o prestígio social e profissional, os empreendimentos, as relações com as autoridades; o pai. Joelho, ossos e pele. Capricórnio.

Casa 11: as amizades, as simpatias e proteções, as esperanças, projetos e planos; os clubes, associações e participação nos grupos. Tornozelos e barriga da perna. Aquário.

Casa 12: o servir altruísta, as dissoluções, a vida mística e oculta, os sacrifícios, provas, vícios e inimigos ocultos; tias e tios paternos. Pés. Peixes.

 

1 http://pt.wikipedia.org/wiki/Astrologia acesso em 29/11/2013

Obeah: uma chave de entendimento do Xamanismo Africano?

28 de junho de 2015 at 21:40

Sabe-se que o termo Xamanismo é entendido como estudo e re-leitura das práticas ancestrais de cura e, principalmente, de contato com o Sagrado e com o Mistério, tendo por intuito a re-sacralização da relação do ser humano com a Natureza e com ele mesmo. Nesse cenário, a aproximação com as práticas ancestrais praticadas no continente africano se faz pertinente e até mesmo importante para nós Neo-xamãs e Xamãs Urbanos uma vez que esses ensinamentos antigos e orais em sua maioria, trazem a força do amor à Terra nessa e em outras dimensões, como é o caso do Mundo dos Espíritos e dos Deuses (Os Orisás).

 

Leo Artese (www.xamanismo.com.br) faz referência às práticas de xamaria nas religiões de matriz africana, especialmente nas mais antigas como o Candomblé e a Obeah.

“As culturas africanas de tradição xamânica desenvolveram um sistema apoiado em deidades, espíritos animais, espíritos ancestrais, anjos, conhecida como Obeah, que se tornou a célula dos praticantes de Vodu próprios . Também as primeiras cosmologias baseadas em visões xamânicas, que incluem conceitos de reinos superiores, inferiores”.

 

A Obeah tradicional tem uma proeminente influência das práticas xamânicas africanas. Esse culto, ou religião, se baseia na relação com os deuses e espíritos como uma forma de se obter saúde e prosperidade. Os Obayifo cultuavam sobretudo Dinvindades Serpentes, em sua maior parte advindas da cultura da Etnia Fon, do nordeste africano. Entre elas destaca-se Oubaios, uma serpente Solar que respondia pelos poderes dos oráculos Obeah bem como o Deus serpente Damballah Weddo, muito cultuado no antigo Daomé, atual Benin.

 

Na cultura Ashanti, as práticas curativas se destinguiam em físicas e espirituais, toda a questão de ordem orgânica se concentrava nos curandeiros herbalistas, cujos unguentos poderosos ainda hoje são estudados pela medicina moderna, e as questões de ordem espiritual eram de responsabilidades dos bruxos Obeah, daqueles que poderiam “voar” para o mundo dos espíritos. Os Obayifo geralmente tinham dois aliados no mundo espiritual, um de má índole e outro de boa índole. O desafio para o praticante era equilibrar as suas energias de modo que o balanço energético o mantivesse saudável e pronto para ajudar sua comunidade.

 

Entre suas práticas, os Obayifo se utilizavam de enteógenos de origem animal, como venenos de serpentes e sapos e certas raízes. O principio ativo desses professores é a escopolamina, ainda hoje utilizada em compostos anestésicos e psiquiátricos. A Escopolamina também é a força da planta Datura Brugmansia, ou trombeta, ou erva-do-diabo, trazida à público pelas incursões antropológicas de Carlos Castanheda.

 

As práticas ancestrais parecem nos apontar para o fato de que realmente somos de uma mesma tribo, da África à América e de lá até a Ásia e a Oceania, Passando pela Europa sempre estivemos conectados apesar de todos os positivismos que nos afetaram em nossa sociedade Ocidental, estamos imaginária, afetiva e espiritualmente conectados. Axé!

 

Fontes:

http://www.xamanismo.com.br/Universo/SubUniverso1187815981

http://www.obeahrituals.com/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Obeah

http://pt.wikipedia.org/wiki/Datura

Oficina de Confecção de Instrumentos de Poder 11 e 12 de Julho

28 de junho de 2015 at 21:10

A Nova Medicina Alemã e Canção Curativa

28 de junho de 2015 at 21:09

 


Dr. Ryke Geerd Hamer, nascido em 1935 na Frísia (Alemanha), estudou medicina e teologia na Universidade de Tübingen. Na idade de 22 anos, ele completou seu mestrado em teologia e, em seguida, quatro anos depois, recebeu sua licença profissional como médico. Nos anos seguintes, atendeu em diferentes clínicas universitárias na Alemanha.

Em 1972, Dr. Hamer completou sua especialização em medicina interna e começou a trabalhar na clínica universitária de Tübingen como internista responsável pelos pacientes com câncer. Ao mesmo tempo, ele dirigia uma clínica privada com sua esposa Dra. Sigrid Hamer, a qual ele havia conhecido durante seus estudos em Tübingen. Ele mostrou um extraordinário talento também para inventar dispositivos médicos.

Entre outros, ele possui a patente de um bisturi não traumático (Hamer-Scalpel) que corta vinte vezes mais penetrante do que uma lâmina de barbear, um instrumento especial para a cirurgia plástica e uma maca de massagem que se ajusta automaticamente aos contornos do corpo.

Suas invenções proveram Dr. Hamer e sua família com os meios financeiros suficientes para mudarem para Itália, onde ele realizou seu sonho de tratar os doentes carentes de Roma gratuitamente. Em 18 de agosto de 1978, enquanto ainda vivia em Roma, Dr. Hamer recebeu a chocante notícia de que seu filho Dirk tinha sido baleado acidentalmente pelo príncipe italiano Victor Emanuel de Sabóia. Em 07 de dezembro de 1978, Dirk sucumbiu aos ferimentos e morreu nos braços de seu pai.

Pouco tempo depois da morte de seu filho, Dr. Hamer foi diagnosticado com câncer testicular. Devido ao fato dele nunca ter ficado gravemente doente antes, ele postulou que o desenvolvimento de seu câncer poderia ser diretamente relacionado com a perda inesperada de seu filho. Na verdade, ele acabaria por, em honra de Dirk, chamar isso de um choque inesperado DHS ou “Síndrome de Dirk Hamer.”.

A morte de seu filho e sua própria experiência com o câncer, fez com que o Dr. Hamer iniciasse uma extraordinária jornada científica. Naquela época, como internista chefe de uma clínica de câncer da Universidade de Munique, ele começou a investigar as histórias de seus pacientes com câncer “e logo aprendeu que, como ele, todos eles tinham experimentado um choque inesperado de um tipo ou outro. Mas ele levou a sua investigação ainda mais longe. Seguindo a hipótese de que todos os eventos corporais são controlados a partir do cérebro, ele analisou as tomografias cerebrais de seus pacientes e as comparou com seus relatos médicos e psicológicos.

Para sua surpresa, ele encontrou uma clara correlação entre certos “choques de conflito”, com suas manifestações sobre o órgão e suas conexões com o cérebro. Até então, nenhum estudo tinha examinado a origem da doença no cérebro e o papel do cérebro como o mediador entre a psique e um órgão doente.  (Fonte: http://mickbernard.blogspot.com.br/2015/02/a-nova-medicina-germanica-e-incrivel.html)

Vivência com o Xamã Cesar Cruz (RJ) 15 e 16 de AGOSTO

28 de junho de 2015 at 12:03

O Xamã

28 de junho de 2015 at 11:36

 

Xamã é um termo utilizado pelos antropólogos para definir um individuo que passando por seu processo de reconexão (morte e renascimento) entra em comunhão com os ensinamentos ancestrais. Passando a ser um mensageiro de “outros mundos”, de “novos” conhecimentos… Utiliza-se de técnicas de êxtase para realizar viagens estáticas (estados alterados de consciência); conhece o poder das plantas – pedras e seres da natureza; animais de poder / guardiões, espíritos ancestrais, instrumentos de poder (toque de tambor e maracás)… Em sumo é um especialista na cura da alma e do corpo, pois reconhece a partir de sua própria iniciação a importância do conhecimento que lhe foi entregue – o conhecimento da sabedoria dos antepassados sobre a vida, o mundo natural e o mundo espiritual; ou seja, o que lhe tornou um especialista do sagrado, do invisível, um intermediário destes mundos.

A Voz do Grande Espírito

28 de junho de 2015 at 11:11

O papel do Som na Criação e Manutenção do Estado Xamânico de Consciência

Introdução

O xamanismo pode ser descrito como um conjunto de práticas vivenciais que permitem o equilíbrio do campo energético e a promoção de estados alterados de consciência. Essas duas questões e seus desdobramentos perpassam quase todos os procedimentos ditos xamânicos. Entre esses procedimentos encontram-se dois que se prestam à análise nesse texto: o uso do som ( na forma de cantos e instrumentos) e o Estado Xamânico de Consciência (construção de um ambiente psíquica e vibracionalmente adequado para as práticas e rituais).

Referencial Teórico

Se o xamã é o viajante entre mundos, com certeza o som é um de seus mais importantes veículos. Historicamente percebe-se o uso do som como indutor do Estado Xamânico de Consciência como prática milenar no processo de cura xamânica. Leomara Craveiro de Sá (2007) comenta que segundo Moreno (s/d) “pinturas pré-histórias sugerem, nitidamente, uma conexão entre música, artes plásticas, dança e teatro nos processos de cura. Até hoje, nas práticas xamânicas espalhadas pelo mundo, a música aparece de forma intensa, levando a outros estados de consciência” (SÁ,2007 p. 8).

Sobre essa relação histórica e simbiótica entre som e xamanismo, o médico Márcio Bom Tempo poeticamente afirma:

“O terror provocado pelos trovões, a tranquilidade gerada pelo ruído de uma chuva fina, o enlevo produzido pelo canto de um pássaro, o êxtase a que se é conduzido pelo som de uma flauta: todos esses sentimentos são fruto de efeitos inexplicáveis, mas que sempre atraíram exerceram forte influência sobre o ser humano”. (BOM TEMPO, 1992 p. 180).

É possível afirmar, com base em achados científicos, que existem algumas características do som que propiciam as alterações de estados de consciência necessárias para a boa execução das práticas xamânicas. Essas características se devem em parte ao fato de que o som se propaga no ar como uma onda física que atinge e faz com que todo o corpo vibre com ele. Esse estado de ressonância afeta inclusive a frequência de trabalho do cérebro humano e, por conseguinte seu estado perceptivo.

Embora não seja interesse do presente trabalho o aprofundamento sobre a dinâmica eletrofisiológica do cérebro humano, se fazem importantes alguns comentários sobre as ondas neurais como suporte para o entendimento do importância do som nos processos psicofísicos subjacentes à prática xamânica.

Segundo Oliveira (2001) podemos perceber quatro padrões distintos de ondas cerebrais, variações de potenciais elétricos neuronais, comuns ao funcionamento cerebral. São elas:

  • ·         Ondas Beta: São as ondas mais rápidas, 13 a 30 Hz. Este é o resultado obtido para o monitoramento da atividade do cérebro humano no estado de vigília. Nesse estado, o cérebro atua e percebe o mundo no estado padrão de consciência.
  • ·         Ondas Alfa: Mais lentas que as Beta, 7 a 13 Hz. Nesse estado o cérebro está mais lento e contemplativo, percebe-se esse tipo de onda em meditações e visualizações.
  • ·         Ondas Theta: 3 a 7 Hz. É o estado do sono reparador, apresentamos essas ondas quando sonhamos. Na fase do sono REM (Movimentos Oculares Rápidos) o cérebro apresenta essa configuração ondulatória. É interessante perceber que alguns xamãs conseguem atuar nesse EAC e reconfigurar os próprios sonhos e mesmo comunicar-se com outros nesse nível de consciência.
  • Ondas Delta: São as mais lentas dos 4 padrões principais, 1 a 3 Hz. Estão associadas ao sono profundo sem sonho, ao estado de coma, e de anestesia geral.

Para ilustrar a importância do som na indução dos estados alterados de consciência utilizados para a prática xamânica temos a questão do ritmo do tambor nos vôos xamânicos. Em seu site, o artesão de tambores, musicista e xamã Rowland Berkley comenta que:

“As freqüências Delta do cérebro estão entre ½ Hz a 4 Hz e comumente ocorrem durante hipnose profunda acompanhada de visualizações fortes, e vários outros profundos estados de consciência, incluindo-se estados de superaprendizado, nos quais música é tocada a 1 Hz para intensificar o aprendizado. O ritmo do tambor xamânico está dentro dessa freqüência, e um bom tambor xamânico também emite um alto componente de tais freqüências. Tais freqüências não estão no alcance teórico do ouvido humano, mas têm muitos efeitos fortes sobre o corpo humano”.(Disponível em <http://www.tranceform.org/index.php?option=com_content&view=article&id=47:shamans-drum-speaks&catid=24:barkley&Itemid=105&lang=pt> , acesso em 17/01/2013).

Considerações Finais

Dito de outra forma, o som, com todos os seus aspectos físicos como frequência, comprimento, velocidade, amplitude, afeta nosso corpo, mente e espírito, nos informando como procedermos sistemicamente para alcançarmos outros estados de consciência, para vivermos o xamanismo. As práticas expansoras da consciência ajudam o cérebro e o ser a “cantarem outras músicas” que não as monocórdicas melodias da realidade. Como disse o mestre índio Sapaim: “Todo Pajé é um músico”.

 

Hamar Bjorn – Um Guerreiro do Arco-íris

 

Referências

BONTEMPO, Márcio. Medicina natural. São Paulo, SP; Editora Cultural, 1992.

FERNANDES, J.C. Acústica e ruídos. Apostila do Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, Unesp, Bauru, 2000.

SÁ, Leomara Craveiro. Música e Estados de Consciência. Artigo publicado nos Anais do Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós Graduação em Música – ANPPOM, 2007. Disponível em: <http://www.anppom.com.br/anais/anaiscongresso_anppom_2007/musicoterapia/musicoterap_LCSa.pdf> , acesso em 17/01/2013

OLIVEIRA, Maria Aparecida Domingues de. (2001). Neurofisiologia do Comportamento. Canoas: Ed. Ulbra.

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